MAIO MANOUCHE
Adrien Moignard é o maior guitarrista francês, a par de Django Reinhardt e Bireli Lagrene. Em nome próprio e ao lado dos maiores músicos dos últimos 50 anos, já realizou concertos em todo o mundo, do Gypsy Jazz ao Jazz Americano, passando pelo Bebop e pela Música Contemporânea.
O seu estilo é uma fusão de tradição, virtuosismo, poesia e modernidade. Toca regularmente com músicos estrelares: Richard Galliano, Cyrille Aimée, Bireli Lagrene, Didier Lockwood entre muitos outros.
Todos os registos discográficos até à data receberam aclamação fervorosa tanto pelos fãs como pela crítica especializada. Adrien Moignard é uma referência incontornável para todos os amantes da guitarra, da música improvisada e de uma vertente muito alargada de géneros e subgéneros da música Swing.
Chega agora ao Festival Django Portugal, trazendo consigo uma verdadeira viagem pelo mundo do Guitarra Jazz!
Lollo Meier é o lendário mestre, compositor e arranjador holandês do Gypsy Jazz, nascido no seio da elite de famílias de músicos Sinti.
A sua música homenageia fielmente as raízes tradicionais de Django Reinhardt de forma melódica, lírica, sensível e alegre.
Autor de 6 álbuns em nome próprio, gravou e tocou com vários mestres da história do Jazz Manouche. O seu estilo requintado é famoso por dar vida a melodias menos conhecidas de Django Reinhardt e composições originais que evocam a Belle Époque.
Já actuou em Festivais de Jazz por todo o mundo, incluindo EUA e Austrália. Um homem de estilo, graça e humor, com a capacidade única de tornar a música de Django Reinhardt tão actual hoje quanto era há 80 anos.
A música de Lollo Meyer faz dançar bailarinos, com solos de guitarra virtuosos, capazes de emocionar o público com uma mistura de Fado com o Jazz de Paris dos Anos 30.
Hugo Guezbar é o mais jovem prodígio do Gypsy Jazz mundial. Inspirado por Django Reinhardt, Wes Montgomery, George Benson e Bireli Lagrène, o guitarrista já actuou nos prestigiados Festival Django Reinhardt (Paris), Festival Django à Gogo (Nova Iorque e Los Angeles), e em inúmeros Festivais por toda a Europa.
Considerado um dos novos representantes franceses da guitarra jazz, Hugo Guezbar é conhecido pelo seu virtuosismo fluído, mestria na interpretação de melodias, e uma abordagem aos solos com propósito e sentimento.
O êxito da sua carreira já o levou a gravar com grandes nomes do Swing, como Costel Nitescu, William Brunard, Dominique Di Piazza e Justin Geisler. Em breve irá para estudio com o guitarrista da Córsega, Fanou Torrancinta, e iniciará a gravação do seu primeiro álbum a solo, que poderemos ouvir em primeira mão, e pela primeira vez no nosso país, no Festival Django Portugal.
TODO O ANO
A não perder, em Cascais e Lisboa. Sexta-Feira dia 27 de Março às 21h no Cascais Jazz Club. Sábado workshop às 18h e concerto às 23h na Fábrica Braço de Prata.
A Associação Django Portugal apresenta o evento Swing Family na Mata Municipal do Bombarral no dia 5 de Julho a partir das 15 horas.
Inserido no Bombarral Jazz & Street Food, as mais prestigiadas bandas nacionais do Jazz Manouche, Dixieland, Bluegrass e Chanson Française vão apresentar a sua música no palco principal. No palco secundário ocorrem jam sessions onde as bandas mostram quão próximos e distintos são todos estes géneros musicais.
A tarde arranca com Jazz Manouche, o som original de Django Reinhardt e Stéphane Grappelli, interpretado pelas guitarras e o violino dos Manouchka, a banda mais internacional a tocar Gypsy Jazz em Portugal.
Segue-se o Bluegrass, música tradicional dos EUA na voz, banjo, bandolim e contrabaixo dos Stonebones & Bad Spaghetti, banda referência no Bluegrass em Portugal e no mundo. Uma energia e boa disposição contagiantes, interpretam canções tradicionais e temas inéditos.
O Jazz Vocal dos Djangoland recria clássicos intemporais da Chanson Française de Édith Piaf e Charles Trenet, transportando o estilo para canções contemporâneas interpretadas por Ella Fitzgerald e Frank Sinatra, até Amy Winehouse e Vaya Con Dios.
E para fechar a noite temos Dixieland, o Jazz de Louis Armstrong e de New Orleans nos Anos 20, pelos Cottas Club Jazz Band, em atividade há mais de vinte anos em palcos de rua, festivais e eventos. Um espetáculo que inclui marching band coreografada e muita interação com o público.
Em todos os concertos, a dança tem presença assegurada pelos bailarinos Jazz Shakers. Uma viagem pelos estilos e ritmos das décadas de 1920 a 1950: o charme do Charleston, a elegância do Balboa, a energia contagiante do Lindy Hop e a expressividade do Solo Jazz.
O premiado violinista holandês Tim Kliphuis criou um estilo totalmente novo que abrange o clássico, o jazz manouche e o folk. Aclamado como um “Paganini improvisador dos dias atuais”, com uma abordagem inclusiva e inovadora à música que une o público e influencia uma nova geração de instrumentistas de cordas.
Educador requisitado e autor do best-seller “Gypsy Jazz Violin”, Tim é professor de improvisação de cordas no Conservatório de Amsterdão.
Tim Kliphuis foi discípulo direto do mestre Stephane Grappeli, co-fundador a par do próprio Django do Quintete du Hot Club de France. É hoje uma figura incontornável do Gypsy Jazz mundial, um dos mais importantes violinistas da história, e um dos raros exímios pedagogos na área quer do jazz, quer da música clássica.
Gravou vários álbuns em nome individual, e participa regularmente das bandas dos mais prestigiados músicos, compositores e intérpretes do Gypsy Jazz Manouche e Sinti. Tim Kliphuis é, provavelmente, o mais importante violinista da história do Gypsy Jazz a seguir a Stephane Grappeli.
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